E em Penang apaixonamo-nos pela comida

Que é como quem diz… Não nos rendemos às barracas de comida de todas as nações, mas conseguimos encontrar locais com cheiros e sabores deliciosos, limpos e com pessoas simpáticas que (quase) nos fizeram sentir em casa. 

Chegamos a Penang traumatizados com a comida de rua de Kuala Lumpur, onde nos obrigamos a alimentar-nos nos sítios que nos pareciam mais limpos… raros! Uma barata a fugir das chuvas à entrada do Starbucks é a prova viva (e patuda) disso. Bem como o ratinho a andar pata sobre pata à porta de um movimentado bairro em Bukit Bitang. Não são tudo borboletas e arco-íris, e se na minha terra natal essas coisas me incomodam, imaginem aqui! 

Nas Perhenthians, a comida era melhor! Mistelas escuras fizeram as nossas delícias, porque pareciam mais caseiras e naturais. Os Malaios são pacatos e um pouco preguiçosos. São prestáveis e simpáticos, mas não fazem ovos mexidos à hora do lanche porque “no no no, only breakfast”. E perdem-se no riso, porque comer ovos ao lanche lhes parece a ideia mais tola de sempre! 

Em Penang, a música é outra (ou nem por isso…). Passeando pela cidade na nossa mota, depressa percebemos que não nos íamos safar na Little Índia, nem na Chinatown. A vantagem de andar de mota é que nos metemos sem medo em qualquer quelho, o que nos permite ver onde os Malaios moram, e também um ratatui de quando em vez. As barracas de comida não cheiram tão mal, mas a comida disposta em travessas ao ar livre não nos atraiu… Decidimos ir mais para a periferia e sentimo-nos uns navegadores portugueses, enquanto descobrimos nestes dias a comida que os Malaios comem, os seus temperos e sabores. O arroz frito com ovo e legumes, o bife com molho malaio de pimentos e cogumelos, as costelinhas com curry, passando por pato e pela galinha, com molho de coco e chili. 


A próxima refeição vai ser a ultima que fazemos oficialmente na Malásia, e vamos deambular pela praça Nagore, até encontrarmos um local para nos deliciarmos mais uma vez! Depois, devolvemos a nossa mota a seu dono e partimos para Singapura. A que saberá Singapura ?!! 

P.S. Por falta de cooperação da parte do Wi-Fi, o restante registo fotográfico seguirá noutro post, noutro dia, algures por aí! 

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